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- Exercícios Biologia | DiversIFFica
Exercícios Título: Projeto: Engenharia e Qualidade de Vida Autoria: Lilian Bacich e Leandro Holanda Disponível em: https://pnld.moderna.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Praticas-na-Escola-Ciencias-da-Natureza-e-suas-Tecnologias.pdf Título: Plantar, brotar e conscientizar Autoria: Pollyane Bicalho Ribeiro e Sabrina Andrade Disponível em: https://www.redigirufmg.org/atividades/videos Título: Projeto - Conservação da Biodiversidade Autoria: Lilian Bacich e Leandro Holanda Disponível em: https://pnld.moderna.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Praticas-na-Escola-Ciencias-da-Natureza-e-suas-Tecnologias.pdf Título: Projeto - Energia limpa Autoria: Maíra Rosa Carnevalle (Editora Moderna) Disponível em: https://pnld.moderna.com.br/colecao/ensino-medio/projetos-integradores/ciencias-da-natureza-e-suas-tecnologias/moderna-em-projetos/ Título: Projeto - O que dizem os "Artivistas" por aí Autoria: Lia Monguilhott Bezerra (Editora SM) Disponível em: https://materiais.smbrasil.com.br/obras-pnld-2021-ser-protagonista-ciencias-da-natureza-e-suas-tecnologias Título: Projeto: Saúde e Aquecimento Global - como as mídias informam ou desinformam Autoria: Sônia Lopes, Rosana Louro Ferreira Silva, Sergio Rosso e Atila Iamarino Disponível em: https://pnld.moderna.com.br/ensino-medio/ciencias-da-natureza-e-suas-tecnologias/ Título: Projeto: #DécadaAfro Autoria: Sônia Lopes, Rosana Louro Ferreira Silva, Sergio Rosso e Atila Iamarino Disponível em: https://pnld.moderna.com.br/ensino-medio/ciencias-da-natureza-e-suas-tecnologias/
- Exercícios Física | DiversIFFica
Exercícios Título: Projeto: Engenharia e Qualidade de Vida Autoria: Lilian Bacich e Leandro Holanda Disponível em: https://pnld.moderna.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Praticas-na-Escola-Ciencias-da-Natureza-e-suas-Tecnologias.pdf Título: Projeto: Iluminação econômica para famílias sem acesso à eletricidade Autoria: Sônia Lopes, Rosana Louro Ferreira Silva, Sergio Rosso e Atila Iamarino Disponível em: https://pnld.moderna.com.br/ensino-medio/ciencias-da-natureza-e-suas-tecnologias/
- Jogos Inglês | DiversIFFica
Jogos Educativos Identificação: Play for Integrity Fonte: United Nations Office on Drugs and Crime Disponível em: https://www.unodc.org/e4j/en/secondary/non-electronic-games/play-for-integrity.html Identificação: Running out of time Fonte: United Nations Office on Drugs and Crime Disponível em: https://www.unodc.org/e4j/en/secondary/non-electronic-games/running-out-of-time.html Identificação: Labyrinth Fonte: United Nations Office on Drugs and Crime Disponível em: https://www.unodc.org/e4j/en/secondary/non-electronic-games/labyrinth.html Identificação: PURPOSYUM – Desafio da Justiça Fonte: United Nations Office on Drugs and Crime Disponível em: https://www.unodc.org/e4j/pt/secondary/non-electronic-games/purposyum.html
- Textos Artes | DiversIFFica
Textos e Artigos Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil Autoria: Marcelo Gruman Fonte: Educar em Revista Ano: 2012 Resumo: O artigo trata do ensino da arte nas escolas brasileiras a partir dos conceitos de multiculturalismo, diversidade cultural e cidadania cultural, norteadores da atuação do Ministério da Cultura a partir da gestão do ex-Ministro Gilberto Gil iniciada no ano de 2003. Argumenta que é imprescindível um diálogo cada vez mais intenso entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação na consecução deste objetivo, qual seja, garantir o cumprimento do direito humano à educação e à participação na cultura, inscritos na Constituição Brasileira de 1988, e ratificado pela Convenção sobre a Promoção e Proteção da Diversidade das Expressões Culturais da UNESCO, ratificada pelo Brasil no ano de 2006. Ensino de Arte e Educação Antirra cista: perspectivas pedagógicas e políticas na atuação docente Autoria: Jarbas Siqueira Ramos e Talita de Barros Lima Siqueira Fonte: MORINGA - Artes do Espetáculo Ano: 2022 Resumo: Este trabalho tem como objetivo elaborar algumas considerações acerca da relação entre o ensino de Arte e a educação antirracista, buscando problematizar as questões políticas e pedagógicas relacionadas à implementação dos conteúdos da educação étnico-racial nos currículos e nas práticas educacionais brasileiras, bem como assinalar possíveis caminhos para a produção de uma educação antirracista e decolonial, tendo como ponto de partida o campo das artes. O ensino de artes: ausência, silenciamento e resistência no âmbito das relações étnico-raciais no campo educacional Autoria: João Paulo Carneiro e Wânia Jerônimo Braga Fonte: Revista Educação Pública Ano: 2020 Resumo: - Ensino de artes para as relações étnicorraciais na escola: experiências imagéticas Autoria: Amanda Ferreira Moreira e Prof.ª. Drª. Caroline Leal Bonilha Fonte: Revista Seminário de História da Arte Ano: 2022 Resumo: Neste texto apresento algumas reflexões geradas através da narrativa que uma experiência de uma atividade proposta para alunos de séries iniciais e que também reflete sobre a importância das atividades do Subprojeto Artes Visuais do Pibid/UFPel na formação de futuros professores de Artes Visuais, na Universidade Federal de Pelotas, mas sobretudo no fortalecimento da efetivação da lei 10.693/03 e as políticas educacionais voltadas para questões de raça no espaço escolar. Neste sentido, compreendo que os processos educativos devem ser vistos com uma lente cultural nos quais a diversidade e a diferença étnica possam conviver dentro de espaços, e que possam ser absorvidos para a vida desses alunos. Dessa forma, propomos que a decolonialidade seja praticada em sala de aula e não apenas um termo contemporâneo utilizado em estudos. A arte e as imagens nos ligam a contextos de gêneros, de aspectos culturais, religiosos, políticos, sociais, sendo elas formas ideológicas ao nosso modo para pensar. Imagem e significado estão sujeitas as condições ligadas ao modo como uma ideia, objeto ou pessoa se dispõe ou se localiza num lugar ou situação. Os significados dependem da situação ou contexto no qual os vivenciamos. A partir dessa atividade, exercitamos a compreensão de um lugar e vozes, que essas diversidades étnicas ocupam muito além do pertencimento do estigma social. CONHECIMENTOS MARGINAIS, FRONTEIRAS E ESTABILIDADE: Diversidade sexual e de gênero no ensino da arte Autoria: Edvandro L. Sombrio de Souza e Monique Andries Nogueira Fonte: Itinerarius Reflectionis Ano: 2017 Resumo: Desde o final da década de 1990, quando os Parâmetros Curriculares Nacionais para os Temas Transversais de Orientação Sexual foram publicados, as questões de gênero e sexualidade figuram enquanto temas obrigatórios da Educação Básica brasileira. No mesmo período, a arte passou a ser reconhecida como “área de conhecimento” na LDBEN 9.394/96. Neste artigo, parte-se da percepção que, na educação formal, há processos de hierarquização e marginalização que acometem temas e, por vezes, campos de conhecimento. A partir de Louro (2015), defende-se a noção de “fronteira” como lugar de inteligibilidade em que sujeitos devem ser pensados, lugar de encontro, de subversão, de mudança. Compreendendo estas fronteiras enquanto questões epistemológicas, os campos articulados nesta pesquisa – educação, arte, ensino da arte, estudos de gênero, sexualidade – são desnaturalizados, desestabilizados, desessencializados, com o intuito de perceber como determinados grupos (de pessoas e de conhecimentos), têm sido abordados enquanto sujeitos do conhecimento no paradigma científico dominante: o das ciências naturais. Enfocando o ensino da arte e, mais especificamente, das Artes Visuais, o artigo aborda o caráter marginal desta disciplina na escola brasileira, com Nogueira (2008). Em seguida, a partir do conceito de campo científico, de Bourdieu (1997) e de autores e autoras do campo da Arte, trata-se das formas como este se constituiu, para, depois, compreender como determinadas fronteiras foram sendo visitadas, atravessadas, especialmente em obras, objetos e ações da arte contemporânea. Na seção seguinte, a partir de Loponte (2002) e Dias (2006) e suas pesquisas que articulam estudos de gênero e sexualidade ao ensino da arte, falamos de “pedagogias” exercitadas na escola, a partir de determinadas visões sobre os objetos desta pesquisa. Por fim, com Goodson (1997), e sua noção de padrão de estabilidade nos currículos, expomos a prática do “formalismo” enquanto estruturante de práticas pedagógicas, “elemento de estabilidade”, no campo do ensino da arte, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental como um dos possíveis obstáculos para que conhecimentos relacionados às questões de gênero e sexualidade, dentre outras, possam vir a “povoar” o ensino da arte, na educação formal brasileira. A Arte na escola e sua importância no processo de Inclusão de pessoas com deficiências Autoria: Alex do Carmo Barbosa, Camilla Viana de Souza Gonçalo e Liliane Musumeci Ferreira Fonte: Research, Society and Development Ano: 2022 Resumo: O presente artigo visa investigar sobre as contribuições que a Arte pode promover no processo de implantação de uma escola inclusiva. Aborda as relações existentes entre Arte e Inclusão justamente pelo fato desta temática apresentar grande importância no contexto educacional. A pesquisa em questão busca explanar as contribuições que os conhecimentos relacionados à Arte podem promover no processo de transformação de uma escola excludente em uma escola realmente inclusiva. O estudo está pautado na pesquisa do tipo Revisão Bibliográfica ou Revisão Sistemática da Literatura, elaborada a partir de materiais publicados em revistas científicas e sites institucionais além de livros e artigos a fim de obter dados qualitativos uma vez que estes dados visam abordar os aspectos subjetivos de fenômenos sociais e do comportamento humano. O ENSINO DA ARTE INDÍGENA NO CONTEXTO ESCOLAR E A UTILIZAÇÃO DA DANÇA PARIXARA COMO FERRAMENTA DE RESGATE E REVITALIZAÇÃO DA CULTURA Autoria: ERISMILTA SUCUPIRA FERRO CARNEIRO Fonte: - Ano: - Resumo: O presente trabalho teve por objetivo analisar como o ensino da Arte Indígena contribui para o resgate cultural da dança Parixara nos alunos do 6a ao 9a ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio da Escola Estadual Indígena “Tuxaua Luis Cadete”, localizada na maloca do Canauanim, no município de Cantã do Estado de Roraima. O encaminhamento da pesquisa passou por duas etapas específicas, porém complementares: na primeira etapa foi realizado um estudo bibliográfico, baseado nas áreas de conhecimento de Arte, Educação, Antropologia, História e Legislação Brasileira sobre a Educação Escolar Indígena, tendo como eixo norteador a cultura. Na segunda etapa, a metodologia utilizada foi à pesquisa qualitativa através do estudo de caso etnográfico. A coleta de dados foi realizada através de análise documental, entrevistas, observações, histórias de vida, registro em vídeo da dança Parixara e fotos, buscando contemplar o objetivo deste estudo. A pesquisa evidencia que o ensino da Arte Indígena contribui com a revitalização e fortalecimento cultural dos alunos, desenvolvendo em parceria com a comunidade indígena um trabalho de resgate da dança Parixara. ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA Autoria: Suelen Regina Patriarcha-Graciolli e Ângela Maria Zanon Fonte: Educação Ambiental em Ação Ano: 2013 Resumo: A necessidade da implantação da Educação Ambiental (EA) nas escolas brasileiras está presente na Constituição da República Federativa do Brasil promulgada em 1988. Visando uma maior criticidade em relação aos problemas ambientais e as relações entre os seres vivos, alunos do 9º ano de ensino fundamental de uma escola em Campo Grande-MS, baseado na teoria de Jean Piaget, foram estimulados a identificarem os impactos ambientais causados pelas ações humanas e por meio da arte demonstrar a necessidade de assumir novos valores em relação ao ambiente. Trabalhou-se com a metodologia de pesquisa-ação. Dessa forma, dentre os grupos formados, dois apresentaram teatro e um apresentou duas paródias associadas a um cartaz. Após as apresentações foram feitas reflexões sobre os trabalhos apresentados e sobre a compreensão das questões socioambientais envolvidas. Os alunos mostraram-se muito satisfeitos com o resultado final da proposta, atendendo os objetivos deste trabalho. ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO POSSIBILIDADES DE DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA CRÍTICA Autoria: Roberlilson Paulino Silva e Maria Socorro Silva Batista Fonte: Educere et Educare: Revista de Educação Ano: 2016 Resumo: O trabalho discute a relação entre arte e educação ambiental enquanto estratégia de formação da consciência crítica no ensino fundamental. A partir de revisão bibliográca e análise documental, abordamos a problemática inerente ao meio ambiente a partir dos seus determinantes e a educação ambiental numa perspectiva crítica capaz de formar para o exercício da cidadania. Nesta perspectiva analisamos que a arte pode contribuir para a conscientização ambiental pois abrange um conjunto diversificado de conhecimentos que possibilitam a transformação do ser humano, propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e tende a aguçar a reexão necessária à formação de valores socioambientais. Sendo a escola um espaço privilegiado para a realização da educação ambiental, defendemos uma ação interdisciplinar que contemple a formação de conceitos, hábitos e atitudes socioambientais com o apoio de atividades artístico-culturais. Concluímos que a arte e a educação ambiental são ferramentas essenciais para o desenvolvimento de uma educação crítica, que propicia a cidadania e reflexão. Destacamos, no entanto que é necessária uma melhor articulação entre essas áreas de conhecimento, de modo a propiciar maior aprofundamento teórico sem limitações aos aspectos meramente práticos. Isto torna necessária a inclusão de forma mais intensa destas temáticas em todos os níveis de ensino e primordialmente nos cursos de formação de professores, bem como nos projetos pedagógicos das escolas. Ensino de artes, relações de gênero, sexualidade e diversidade sexual: narrativas de estudantes gays Autoria: Pedro Paulo Souza Rios, Alfrancio Ferreira Dias e Andre Ricardo Lucas Vieira Fonte: Educação, Artes e Inclusão Ano: 2019 Resumo: O presente estudo tem por objetivo analisar as intersecções a partir das aulas do componente curricular Ensino de Artes e as relações de gênero, diversidade sexual e sexualidade, vivenciadas por três estudantes gays, do primeiro ano do Ensino Médio, do Colégio Modelo Luiz Eduardo Magalhães em Senhor do Bonfim – Bahia. Para tanto, utilizamos a perspectiva teórica pós-crítica, a partir das narrativas (auto)biográficas. O estudo sinalizou que o componente Ensino de Artes se constitui enquanto espaço educativo agregador da diversidade sexual e de gênero. Contudo, foi possível perceber que a matriz curricular da escola não consegue abarcar questões presentes na contemporaneidade, negligenciando temáticas como gênero, diversidade sexual e sexualidade. Assim, as narrativas evidenciam uma intrínseca relação entre o Ensino de Artes e as questões de gênero dentro da escola. Compreender o Ensino de Arte enquanto componente curricular obrigatório no contexto escolar faz-se necessário, no entanto, compreendê-lo na perspectiva interdisciplinar, torna-se imprescindível, uma vez que a escola se configura enquanto espaço legítimo de interação das experiências dos sujeitos.
- Textos e Artigos Química | DiversIFFica
Textos e Artigos Ensino de Química e a Ciência de Matriz Africana: Uma discussão sobre as propriedades metálicas Autores: Anna M. Canavarro Benite, Morgana Abranches Bastos, Marysson J. R. Camargo, Regina N. Vargas, Geisa L. M. Lima e Cláudio R. M. Benite. Fonte: Química Nova na Escola Ano: 2017 Resumo: Este trabalho analisa extratos de discursos gravados em áudio e vídeo e transcritos em 492 turnos de uma intervenção pedagógica (IP) no ensino de química, envolvendo discussão com alunos sobre racismo, as raízes históricas do racismo no Brasil a partir da diáspora africana e os conceitos envolvidos no estudo das propriedades dos metais, contribuindo para a implementação da lei 10.639/03 no ensino de Química. A contextualização da IP foi realizada por meio de recurso imagético sobre o racismo no Brasil. Os resultados mostraram que os alunos se apropriaram dos conceitos explorados na IP que se caracterizou como uma possibilidade de ensinar a partir da ciência de matriz africana e desconstruir a visão de ciência hegemônica: branca, europeia, masculina e de laboratório. Mulheres na Ciência para Crianças: Um Relato de Sala de Aula Autores: Gizelle Inacio Almerindo, Anelise Ehrhardt, Patrícia F. Scherer Costódio, Tainara Fátima de Bona e Katlyn Thaís Nalepa. Fonte: Química Nova na Escola Ano: 2020 Resumo: O Projeto de Extensão “Química Social”, com o objetivo de explorar o Dia Internacional das Mulheres, no contexto da Ciência, realizou a oficina temática Mulheres na Ciência, visando identificar as concepções das crianças sobre o tema. Na ocasião, o percurso metodológico de 2h foi realizado com crianças na faixa etária de 9 a 12 anos. Na metodologia de percepção da mulher na Ciência, destacou-se a descoberta feita por Marie Curie da fluorescência dos objetos. Em seguida, foram expostos diferentes objetos os quais homens e mulheres podem utilizar no dia a dia e observou-se que os que as crianças menos relacionaram às mulheres foram os jornais, os óculos de proteção e os jalecos. Também foi aplicado um questionário com perguntas relacionadas à educação e ao fato de conhecerem ou não um cientista, em que 93% das crianças responderam que as meninas não podiam ir à escola antigamente, e quase 50% das crianças responderam que não conheciam cientistas, exceto os de desenhos animados. Por fim, com o percurso metodológico, facilmente replicável, contribuiu-se na melhoria da concepção das crianças sobre uma temática tão emergente. A Educação Inclusiva na Formação de Professores e no Ensino de Química: A Deficiência Visual em Debate Autores: Fábio Peres Gonçalves, Anelise Maria Regiani, Samuel Rohling Auras, Thiele Schwerz Silveira, Juliana Cardoso Coelho e Ana Karina Timbola Hobmeir. Fonte: Química Nova na Escola Ano: 2013 Resumo: Problematiza-se a educação inclusiva no contexto da formação docente e do ensino de ciências da natureza/química a partir do exposto na literatura, em documentos oficiais, e de uma iniciativa na formação de professores e no ensino de química. Defende-se a necessidade de estudos relacionados à educação inclusiva na formação docente como o processo de ensino e aprendizagem de química para deficientes visuais, a fim de atender à demanda de estudantes com necessidades especiais na educação básica. A partir da discussão de atividades desenvolvidas na interação entre instituição de educação superior e escola, apontam-se contribuições do estudo da educação inclusiva na formação docente e, por consequência, no ensino de química com aprendizagens que não se reduzem à dimensão conceitual. Contextualizando a química com a educação sexual aplicada de forma transdisciplinar nas aulas de biologia Autores: Rachel M. Ferreira, Emiliana G. O. Z. Silva e Danielle A. M. Stapelfeldt. Fonte: Química Nova na Escola Ano: 2016 Resumo: Este trabalho abordou o tema Educação Sexual nas aulas de Química e Biologia com o objetivo de promover um ensino contextualizado e interdisciplinar. As aulas foram desenvolvidas com alunos do 2º ano do Ensino Médio. Foi preparado um conjunto de quatro aulas de química e biologia sobre sistema nervoso e equilíbrio químico; juntamente com esses conteúdos abordou-se ciclo menstrual e métodos contraceptivos. A fim de avaliar a mudança de perspectiva dos alunos a respeito da química e o resultado das aulas propostas, foram aplicados dois questionários: um antes das aulas e o outro ao final. Através dos resultados obtidos foi possível dimensionar o quanto é possível aproximar os conteúdos de Química aqui trabalhados da realidade dos alunos. A Cultura Afro-Brasileira no Ensino de Química: A Interdisciplinaridade da Química e da a História da Cana-de-Açúcar Autores: Rhaysa T. Gonzaga, Malu A. Santander e Anelise M. Regiani. Fonte: Química Nova na Escola Ano: 2019 Resumo: Considerando a importância da inserção e da valorização da cultura afro-brasileira na sociedade, o presente artigo traz o relato de experiência da execução de uma oficina sobre a química e a cana-de-açúcar, com destaque para a contribuição da cultura dos escravos africanos que trabalhavam nas plantações. A química envolvida no beneficiamento desta matéria prima para a obtenção de açúcar e álcool foi discutida considerando aspectos da história do Brasil. A oficina foi realizada em uma escola pública de ensino médio na data comemorativa do Dia da Consciência Negra. Argumenta-se que o olhar socioeconômico do contexto histórico permite uma abordagem de conteúdos de química mais interessante e alinhada com o preconizado na lei nº 11.645/2008. Direitos Humanos na Aula de Química: Um Relato de Experiência a Partir da Aplicação da Lei 10.639/2003 Autores: Renata Barbosa Dionysio, Gilberto da Conceição Amorim e Roberto Dalmo Varallo Lima de Oliveira. Fonte: Revista Práxis Ano: 2016 Resumo: A lei 10.639/03 torna obrigatório o ensino de história e cultura Africana e afro-brasileira. Desse modo o presentetrabalho tem como proposta estabelecer uma conexão entre o Ensino de Química e a Lei 10.639/03, deforma a oportunizar discussões sobre as violações dos Direitos Humanos sofridas pelos afrodescendentes, sem deixar de lado os conteúdos químicos presentes no currículo escolar do Ensino Médio. Dessa forma, teve-se como objetivo relatar a experiência de uma aula de Química que buscou levar ao alunado de uma escola pública em Araguaína, Tocantins, uma discussão sobre Direitos Humanos e racismo, a partir de uma abordagem da Química das proteínas. Primeiramente aplicou-se uma lista de exercícios, em seguida ocorreu um debate sobre racismo, gerado a partir da utilização de dois vídeos. Posterior ao debate ocorreu à explicação sobre proteína. Para findar a metodologia uma segunda lista de exercícios foi aplicada. Trabalhar na perspectiva da lei 10.639/03 com viés em Direito Humanos ainda é algo recente, mas necessário. Através da análise das respostas percebemos inicialmente que grande parte alunos não possuíam muitas informações sobre proteínas, entretanto alguns sabiam que a proteína melanina que dá a coloração a pele. A partir do questionário inicial foi possível fazer a caracterização da turma, o que nos forneceu informações sobre quais as disciplinas que trabalharam com racismo anteriormente, e sobre a identidade étnica de cada estudante. Através dessa árdua e motivadora tarefa, percebemos que o Ensino de Química tem muito a contribuir no sentido de desconstrução de paradigmas em torno dos negros. Leite em "mama" África e a Educação para as Relações Étnico-raciais (ERER) no Ensino de Química Autores: Juvan P. da Silva, Gustavo A. A. Faustino, Antônio C. B. Alvino, Claudio R. M. Benite e Anna M. C. Benite. Fonte: Química Nova na Escola Ano: 2020 Resumo: Nessa pesquisa apresentamos resultados de uma Intervenção Pedagógica (IP) na qual foi discutido o papel da Química na descoberta de produção leiteira ocorrida no norte da África no século V antes da era cristã, além da ressignificação dessa prática em outras regiões de África e na diáspora africana no Brasil. A IP visa o cumprimento da Resolução CNE/CP 01/2004 e o Parecer CNE/CP 03/2004 no ensino de Química. Os motivos que levam os/as produtores/as a fraudarem o leite foram discutidos. Ensaios qualitativos que permitem a detecção de substâncias estranhas ao leite, como o amido, ácido bórico, ânion salicilato e chumbo (II), foram realizados. Por fim, foi avaliado se existe ou não autoria nos textos produzidos pelos alunos/as após aula prática nas confecções de relatórios e preparação/apresentação de seminários. "Cabelo Bom/Ruim ou Bastonete de Queratina?" - Dimensão Estética de uma Controvérsia Étnico-Racial no Ensino de Química no contexto da Educação popular Autores: Danilo Seithi kato, Beatriz Vivian Schneider-Felicio Fonte: Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências Ano: 2019 Resumo: O objetivo deste trabalho é investigar a construção de conceitos científicos escolares da disciplina de Química, a partir de uma controvérsia étnico-racial, cujo intuito foi promover, além da relação de ensino-aprendizagem, o engajamento político, visando uma formação crítica sobre o tema em tela. A principal premissa é a de que controvérsias presentes no contexto sociocultural do aprendiz são instrumentos motivadores com potencial para a mobilização do conhecimento científico escolar, bem como dos aspectos identitários relacionados às desigualdades culturais, sociais e econômicas historicamente construídas no Brasil. Os fundamentos teóricos e metodológicos da pesquisa estão apoiados nos pressupostos da perspectiva histórico-cultural. Os sujeitos da investigação eram participantes de um projeto de Educação Popular, e os objetos de análise foram o registro do relato de aula do professor e a entrevista com a aluna que mais se envolveu nas discussões da aula. Os resultados evidenciam o uso dos conteúdos químicos escolares como forma de validar o posicionamento dos estudantes frente à controvérsia proposta, bem como os aspectos éticos e políticos relacionados às questões étnico-raciais, sob o ponto de vista expresso no relato do professor e na entrevista. Etnociências da Vovó: A Compostagem dos Resíduos Orgânicos Domésticos no Ensino de Biologia e Química . Autores: Eliani Behenck Santos Turci, Raquel Plaster e Kachia Hedeny Téchio Fonte: Ensino em Revista Ano: 2022 Resumo: O presente artigo se propõe a fazer, a partir da disciplina de etnociência, uma investigação cultural familiar, através de relatos de mulheres que são avós, sobre o tema compostagem doméstica. De acordo com a narração feita por elas, a prática de misturar restos de alimentos no solo, estercos animais, cinzas de fogão à lenha, era um conhecimento obtido desde a infância, e que foi passada de geração em geração. Foram realizadas pesquisas bibliográficas para analisar o tema compostagem, associando isso ao etnoconhecimento a partir de saberes populares. O tema apresenta possibilidades de ser explorado nos ambientes educacionais, sendo uma forma de valorização dos conhecimentos empíricos aliados à ciência, uma vez que envolvem questões contemporâneas, como a conscientização ambiental e a sustentabilidade. O artigo apresenta ainda, uma forma alternativa de explorar o tema através da interdisciplinaridade entre a Química e a Biologia, descaracterizando a atual ensino fragmentado entre as disciplinas. Abordagem Transdisciplinar dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Química: O Caso das Geociências Autores: Sidnei de Lima Júnior, Alfredo Borges de Campos e Cleonice Rocha Fonte: Terra e Didática Ano: 2015 Resumo: Conhecimentos gerados pelas Geociências são importantes para a compreensão de fenômenos terrestres, além de proporcionar formação para a cidadania e colaborar para a promoção de uma cultura de sustentabilidade ambiental. Estes conhecimentos são tratados nos currículos das disciplinas da área de ciências do ensino básico, dentre elas a Química. Por meio da análise de narrativas foram verificados dez trechos que abordam temas em Geociências propostos nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Química no Brasil e apontados os tópicos presentes nestes documentos que podem ser trabalhados na elaboração do currículo de Química. Essa abordagem pode contribuir para uma aprendizagem significativa em Química, propiciada pelo tratamento e correlação dos assuntos por meio das diversas geodinâmicas (Sistema Terra). Porém é fundamental o papel do professor como mediador destes conteúdos, já que a contextualização dos conhecimentos possibilita um tratamento dos assuntos de forma transdisciplinar. Oficina de tinta de terra: contextualizando pigmentos na disciplina de História da Química na LEdoC/UFMA Autores: Meubles Borges Júnior, Matheus Casimiro Soares Ferreira e Carolina Pereira Aranha Fonte: Revista Brasileira de Educação do Campo Ano: 2018 Resumo: Além de ser uma técnica ambientalmente saudável e de baixo custo, a produção de tinta de terra pode ser facilitadora no processo de ensino-aprendizagem em ciências. Este trabalho apresenta um relato vivenciado na disciplina História da Química, em um curso de Licenciatura em Educação do Campo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA-Bacabal), na qual a temática central “a química dos pigmentos” foi trabalhada de forma contextualizada. A contextualização do conteúdo se deu perpassando as três categorias do processo de contextualização (exemplificação pontual e caráter motivacional; estratégia de ensino-aprendizado; formação de cidadão crítico na tomada de decisões), culminando com o desenvolvimento de uma consciência crítico-reflexiva na perspectiva CTSA. Como procedimentos metodológicos utilizou-se: aula expositiva; leitura e interpretação de artigos científicos; debates; oficina de Tinta de Terra; pintura e exposição dos artefatos cerâmicos; e avaliação. Neste contexto a oficina de tinta de terra ganha destaque, pois trouxe contextos científicos, tecnológicos e sociais, o que contribuiu para a valorização e o resgate de fatos e experiências do cotidiano, ao discutir e vivenciar o significado de sustentabilidade, com tecnologia ambientalmente saudável e técnica de baixo custo, portanto, ampliando o potencial do processo de ensino-aprendizagem. Entre cafés, reagentes, mulheres e empoderamento: relato sobre o “Global Women’s Breakfast” em Curitiba Autores: Gabriela Ferreira e Camila Silveira Fonte: Revista Eletrônica de Extensão - Extensio Ano: 2021 Resumo: Em 2019, a União Internacional de Química Pura e Aplicada completou 100 anos e uma das comemorações foi o Global Women’s Breakfast, com o objetivo de dar visibilidade às mulheres da Química. O presente relato descreve como ocorreu o “Café da manhã com as Químicas da UFPR”. Realizado na Universidade Federal do Paraná, reuniu professoras, pesquisadoras, técnicas, alunas e demais pessoas interessadas em pautas feministas e Ciência, para conversar sobre desigualdade de gênero no campo da Química, machismo e maternidade. A iniciativa contou com a presença de mais de 150 participantes e gerou debates sobre as relações de gênero que permeiam a Química. O evento também proporcionou outras ações neste sentido, como a realização de outros eventos e projetos sobre a temática. Ao redor do mundo, a comemoração se deu em mais de 200 localidades e, devido ao seu alcance, a edição de 2021 já está sendo organizada. Trans-Orgânica: Uma proposta de ensino de química orgânica utilizando as temáticas de gênero e sexualidade Autores: Ketlyn Garcia, César Lopes e Rochele Loguercio Fonte: X Congresso Internacional Sobre Investigación En Didáctica de Las Ciencias Ano: 2017 Resumo: O artigo apresenta e analisa uma Proposta de Ensino de Química Orgânica desenvolvida abordando as temáticas de gênero e sexualidade. A proposta tem como eixo químico a compreensão da estrutura e da função dos hormônios, interconectado ao eixo social-cultural das questões de gênero e à sexualidade: Os hormônios definem a identidade de gênero ou a sexualidade de uma pessoa? As diferenças entre as estruturas químicas dos hormônios ditos femininos e masculinos definem essas diferenças? Quais os argumentos científicos os e as estudantes utilizam para explicar as identidades de gênero e o exercício de sexualidades que fogem ao 'normativo'? Através destes questionamentos foi possível realizar, na sala de aula, debates de cunho social, cultural e ético, além da relação. E ensino de química para alunos surdos: uma revisão sistemática Autores: Greice de Souza Vertuan e Lara Ferreira dos Santos Fonte: Revista Educação Especial Ano: 2019 Resumo: Pessoas com deficiência tem sido tema de diversas discussões nas mais variadas áreas, visto que as Leis que garantem direitos e deveres a este público são recentes. Assim, o objetivo desta pesquisa foi realizar uma revisão sistemática em bases de dados online que permitiram identificar, categorizar e analisar os trabalhos já realizados com alunos surdos no ensino de Química após a criação da Lei nº 10.436 em 2002. A busca dos trabalhos foi feita na base de dados Portal de Periódicos da CAPES a partir da combinação de sete descritores resultando finalmente em 8 trabalhos pertinentes ao tema. Após a análise dos trabalhos encontrados observou-se que há poucas pesquisas na área, sendo necessário um maior aprofundamento de pesquisas na área de ensino de química para surdos, bem como conhecimento da Libras pelos profissionais da área da educação. O papel das adaptações e transcrições braille na contextualização do ensino de química: levantamento sócioestatístico do centro de apoio pedagógico ao deficiente visual do Estado do Amapá Autores: Agerdânio Andrade de Souza, Ana Paula da Silva Freire, Oberdan José Teixeira Chaves e Solange Rodrigues da Silva Fonte: Educação Ano: 2021 Resumo: A presente pesquisa experimental traz a temática de inclusão dos Deficientes Visuais no ensino regular. Objetivando analisar o processo de inclusão de alunos com deficiência visual, suplementados com transcrições braille e material didático adaptado na disciplina de química, produzidos pelo Centro de Apoio Pedagógico da Pessoa com Deficiência Visual do Amapá, Brasil, no último quinquênio, bem como refletir a respeito do processo educativo desses indivíduos, levando em consideração a compreensão de conceitos químicos nos diferentes Níveis do Ensino. Metodologicamente o estudo pauta-se na Teoria Gestaltista, onde não se pode conhecer o todo através das partes, e sim as partes por meio do conjunto de ações realizadas. Dentre os procedimentos metodológicos, destacam-se a catalogação do atendimento educacional voltados aos alunos DVs, quantificações das transcrições e adaptações braille por área de conhecimento e intervenções pedagógicas. A análise evidenciou que a disciplina de Química é responsável por 24% das adaptações braille no centro, contribuindo para complementação didática de 70% dos educandos matriculados na rede básica do Amapá. Evidenciando a necessidade de acompanhamento físico-pedagógico, aos DVs, pois aqueles com suplementação apropriada alcançaram rendimento na disciplina de Química de 65% por grupo pesquisado. A disparidade, quanto aproveitamento no ensino de Química, significa não dar para os Deficientes a possibilidade de inclusão, já quando se eleva o rendimento escolar, desenvolve-se o lado interpessoal dos indivíduos, tornando-os sujeitos ativos na sociedade. Construção de uma Tabela Periódica Interativa com Recurso de Áudio Adaptada para o Ensino de Química a Alunos com Deficiência Visual Autor: Miquéias Ferreira Gomes Fonte: Multi-Science Journal Ano: 2018 Resumo: A revolução tecnológica provocou uma rápida mudança na forma de estudar das pessoas. Ensinar e aprender em um cenário em que as Tecnologias de Informação e Comunicação possibilitam disponibilizar informações das mais diferentes áreas do saber tornou-se um desafio para professores e alunos. É ainda mais desafiador quando o professor de escola de ensino regular depara-se em sua sala de aula com estudantes com deficiência visual. Buscando proporcionar o acesso aos conteúdos Químicos para alunos com deficiência visual que o presente artigo apresenta a elaboração, criação e utilização de uma Tabela Periódica Interativa (TPI) com recurso de áudio adaptada para o ensino de Química a estudantes com deficiência visual (DV). Após a execução do projeto e coleta de dados, foram obtidos resultados significativos para a compreensão e o entendimento do tema em foco, como, por exemplo, a inserção da TPI no processo de ensino de aprendizagem de um aluno DV e, também, a contribuição da TPI para reforçar algumas características particulares dos elementos químicos. Percebeu-se que o recurso didático desenvolvido contribuiu de maneira muito positiva no ensino do tema e, ainda, que apresenta grande potencial para ser aprimorada e aplicada em diferentes níveis de ensino. A produção de materiais didáticos adaptados a alunos com deficiência visual Autores: Bruno Pastoriza, Lucas Alexandre Porciúncula, Adriana Pinheiro, Litielli Alvez, Suzana Souza, Eduarda Souza, Juliana Saballa, Bruna Gabrielle Vieira e Fernanda Piedade. Fonte: Educação Química en punto de vista Ano: 2020 Resumo: Este artigo se propõe a articular três perspectivas de um trabalho desenvolvido no campo da produção de materiais didáticos adaptados de Química para deficientes visuais. Ele foi realizado durante o primeiro semestre de 2018, com um aluno calouro deficiente visual em uma turma de Química Geral no curso de Engenharia Eletrônica da Universidade Federal de Pelotas. O trabalho de criação de materiais adaptados foi desenvolvido por um grupo de docentes universitários, discentes da Licenciatura em Química, uma discente do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática e pelo próprio aluno calouro. Após uma introdução geral da relação entre deficiência visual e Ensino de Química e uma caracterização do grupo, o texto traz três seções, as quais foram construídas, respectivamente, pelas discentes que se organizaram e construíram os materiais adaptados, pelo aluno calouro e pelos docentes do Ensino Superior. Nas conclusões são discutidas as limitações e potencialidades do trabalho realizado. Mulheres na Ciência Autora: Stephanie Kim Abe Fonte: Cenpec Resumo: Quais as barreiras para desenvolver o letramento científico nos(as) estudantes e como incentivar a participação das garotas nas áreas de ciências da natureza
- Planos de aula Matemática | DiversIFFica
Planos de Aula Tema da aula: Construção de gráficos Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões relacionadas a gênero Autoria: Equipe do Projeto Redigir FALE/UFMG Fonte: Projeto Redigir FALE/UFMG Disponível em: https://www.redigirufmg.org/atividades/musica Tema da aula: Conjuntos numéricos: revisando os tipos de conjuntos numéricos existentes sob uma nova ótica de pensamento Temática relacionada aos Direitos Humanos: Relações Étnico-Raciais e/ou história/cultura Afro-Brasileira e Indígena Autoria própria Tema da aula: Estatística: compreensão e análise de dados de qualquer teor específico Temática relacionada aos Direitos Humanos: Laicidade do Estado e Diversidade Religiosa Autoria própria Tema da aula: Função exponencial Temática relacionada aos Direitos Humanos: Prevenção contra todas as formas de violência e/ou prevenção à violência contra a criança e o adolescente; Questões relacionadas a gênero Autoria própria Tema da aula: Função logarítmica Temática relacionada aos Direitos Humanos: Pessoas em situação de vulnerabilidade social e/ou econômica Autoria própria Tema da aula: Geometria espacial: compreendendo as variadas formas geométricas Temática relacionada aos Direitos Humanos: Pessoas com deficiência e/ou necessidades educativas específicas Autoria própria Tema da aula: Regra de três: Simples e Composta Temática relacionada aos Direitos Humanos: Educação socioambiental e sustentabilidade Autoria própria Tema da aula: Números que contam histórias - leitura crítica de dados e gráficos Temática relacionada aos Direitos Humanos: É possível relacionar à várias temáticas Autoria: Estêvão Zillioli Fonte: Educamídia Disponível em: https://educamidia.org.br/api/wp-content/uploads/2020/07/PLANO_Números-que-contam-histórias.pdf Tema da aula: Função exponencial a partir do acidente nuclear de Chernobyl Temática relacionada aos Direitos Humanos: Educação socioambiental e sustentabilidade Autoria: Jefferson Silva Fonte: Portal eduCapes Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/431212 Tema da aula: História, Música e Matemática: uma combinação perfeita Temática relacionada aos Direitos Humanos: Xenofobia, Imigração e Globalização Autoria: Jefferson Silva Fonte: Portal eduCapes Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/431212 Tema da aula: Matemática a serviço da cidadania: contribuindo com os Direitos Humanos Temática relacionada aos Direitos Humanos: Pessoas com deficiência e/ou Necessidades Educativas Específicas Autoria: Jefferson Silva Fonte: Portal eduCapes Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/431212 Tema da aula: A lógica da Matemática na Subjetividade da Arte Temática relacionada aos Direitos Humanos: Xenofobia, Imigração e Globalização Autoria: Jefferson Silva Fonte: Portal eduCapes Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/431212 Tema da aula: Matemática e Meio Ambiente: trocando experiências em sala de aula Temática relacionada aos Direitos Humanos: Educação Socioambiental e Sustentabilidade Autoria: Jefferson Silva Fonte: Portal eduCapes Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/handle/capes/431212 Tema da aula: Matemática na Pandemia: do trabalho doméstico não remunerado ao uso do Whatsapp Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões Relacionadas a Gênero Autoria: Priscila Ribeiro dos Santos Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/matematica-na-pandemia-do-trabalho-domestico-nao-remunerado-ao-uso-do-whatsapp/ Tema da aula: Fanzine como potência educativa no combate à violência doméstica Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões Relacionadas a Gênero e Prevenção à todas as formas de violência e/ou Prevenção à violência contra a criança e o adolescente Autoria: Marcielly Cristina Moresco Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/fanzine-como-potencia-educativa-no-combate-a-violencia-domestica/ Tema da aula: Representatividade de mulheres na política utilizando razão e porcentagem Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões Relacionadas a Gênero Autoria: Brunna Sordi Stock Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/representatividade-de-mulheres-na-politica-usando-razao-e-porcentagem/ Tema da aula: Oficina temática: Direitos das mulheres Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões Relacionadas a Gênero Autoria: Carolina Bessa Ferreira de Oliveira Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/oficina-tematica-direitos-das-mulheres/ Tema da aula: Somos minoria? Um olhar interseccional para a história da Ciência Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões Relacionadas a Gênero Autoria: Ana Luíza do Prado Lima Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/somos-minoria-um-olhar-interseccional-para-a-historia-da-ciencia/ Tema da aula: Desmitificando Mitos Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões Relacionadas a Gênero; Diversidade Sexual; Relações Étnico-Raciais e/ou História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena; Prevenção de todas as formas de violência e/ou Prevenção à violência contra a criança e adolescente. Autoria: Aparecido Renan Vivente, Diene Monique Carlos e Andreza Marques de Castro Leão. Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/desmistificando-mitos/ Tema da aula: A importância do trabalho para a vida em comunidade Temática relacionada aos Direitos Humanos: Pessoas em Situação de Vulnerabilidade social e/ou Econômica Autoria: Aline P. Ramirez Barbosa Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/multianos/multicomponentes/a-importancia-do-trabalho-para-a-vida-em-comunidade/6486
- Planos de aula Artes | DiversIFFica
Planos de Aula Tema da aula: Fanzine como potência educativa no combate à violência doméstica Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões Relacionadas a Gênero e Prevenção à todas as formas de violência e/ou Prevenção à violência contra a criança e o adolescente Autoria: Marcielly Cristina Moresco Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/fanzine-como-potencia-educativa-no-combate-a-violencia-domestica/ Tema da aula: Desigualdade de Gênero e Teatro do Oprimido: (re)escrevendo narrativas. Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões Relacionadas a Gênero Autoria: Elisângela Cristina Siqueira de Melo Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/desigualdade-de-genero-e-teatro-do-oprimido-reescrevendo-narrativas/ Tema da aula: Crie uma princesa que pareça com você Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões Relacionadas a Gênero; Relações Étnico-Raciais e/ou História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena; Laicidade do Estado e Diversidade Religiosa. Autoria: Deborah Monteiro Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/crie-uma-princesa-que-pareca-com-voce/ Tema da aula: Direito e Educação como práticas emancipatórias – Igualdade de Gênero como ideal de Justiça Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões Relacionadas a Gênero Autoria: Elda Coelho de Azevedo Bussinguer Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/igualdade-de-genero-ideal-justica-sequencia-didatica/ Tema da aula: As máscaras africanas e o reconhecimento da ancestralidade Temática relacionada aos Direitos Humanos: Relações Étnico-Raciais e/ou História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena Autoria: Sueli Melo Silva Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/as-mascaras-africanas-e-o-reconhecimento-da-ancestralidade/ Tema da aula: História dos corpos na arte: disputas de narrativa e a experiência curatorial Temática relacionada aos Direitos Humanos: Relações Étnico-Raciais e/ou História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena; Questões relacionadas a gênero; Pessoas em situação de vulnerabilidade social e/ou econômica Autoria: Renato Henrique Teixeira Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/historia-dos-corpos-na-arte-disputas-de-narrativa-e-a-experiencia-curatorial/ Tema da aula: Narrativas Negras e Carolina de Jesus no fortalecimento da igualdade de gênero Temática relacionada aos Direitos Humanos: Relações Étnico-Raciais e/ou História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena; Questões relacionadas a gênero. Autoria: Rosa Maria Alves do Nascimento Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/narrativas-negras-e-carolina-de-jesus-no-fortalecimento-da-igualdade-de-genero/ Tema da aula: O grafite na sala de aula e fora dela Temática relacionada aos Direitos Humanos: Relações Étnico-Raciais e/ou História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena; Pessoas em situação de vulnerabilidade social e/ou econômica. Autoria: Maria Szpigel Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/6631/o-grafite-na-sala-de-aula-e-fora-dela Tema da aula: O bumba meu boi para refletir sobre folclore Temática relacionada aos Direitos Humanos: Relações Étnico-Raciais e/ou História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena Autoria: Márcio Augusto de Moraes Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/6618/o-bumba-meu-boi-para-refletir-sobre-folclore Tema da aula: Manifestações artísticas em espaços não-convencionais. Temática relacionada aos Direitos Humanos: Pessoas em situação de vulnerabilidade social e/ou econômica Autoria: Maria Szpigel Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/6500/manifestacoes-artisticas-em-espacos-nao-convencionais
- Plano de Aula Espanhol | DiversIFFica
Planos de Aula Tema da aula: Música folclórica na aula de Espanhol Temática relacionada aos Direitos Humanos: Xenofobia, Imigração e Globalização Autoria: Jacqueline de Paula Sbeghen Iumatti Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/6577/musica-folclorica-nas-aulas-de-espanhol Tema da aula: Produção de uma fotonovela Temática relacionada aos Direitos Humanos: Xenofobia, Imigração e Globalização Autoria: Claudio Muzzio Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/6061/espanhol-8-ano-producao-de-uma-fotonovela Tema da aula: Críticas de filmes em Espanhol Temática relacionada aos Direitos Humanos: Xenofobia, Imigração e Globalização Autoria: Claudio Muzzio Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/5881/criticas-de-filmes-em-espanhol Tema da aula: Produção de jogos de tabuleiro Temática relacionada aos Direitos Humanos: Xenofobia, Imigração e Globalização Autoria: Claudio Muzzio Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/6059/espanhol-7-ano-producao-de-jogos-de-tabuleiro
- Plano de Aula Inglês | DiversIFFica
Planos de Aula Tema da aula: A importância das aulas de inglês na desconstrução da desigualdade de gênero Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões relacionadas a gênero Autoria: Jussara Barbosa e Larissa de Pinho Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/a-importancia-das-aulas-de-ingles-na-desconstrucao-da-desigualdade-de-genero/ Tema da aula: Dixie Chicks na Luta contra Violência Doméstica na Aula de Inglês Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões relacionadas a gênero; Prevenção de todas as formas de violência e/ou Prevenção à violência contra a criança e o adolescente Autoria: Larissa de Pinho Cavalcanti Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/dixie-chicks-na-luta-contra-violencia-domestica-na-aula-de-ingles/ Tema da aula: Maria da Penha Law: Violência contra mulher na aula de inglês Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões relacionadas a gênero; Prevenção de todas as formas de violência e/ou Prevenção à violência contra a criança e o adolescente Autoria: Larissa de Pinho Cavalcanti e Patrícia Barbosa Alves de Souza Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/maria-da-penha-law-violencia-contra-mulher-na-aula-de-ingles/ Tema da aula: Dignidade e Respeito Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões relacionadas a gênero; Relações Étnico-Raciais e/ou História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena; Diversidade sexual; Autoria: Celiana Mota Rodrigues Soares Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/dignidade-e-respeito/ Tema da aula: Clube de leitura Jovem Adulto Temática relacionada aos Direitos Humanos: Questões relacionadas a gênero; Relações Étnico-Raciais e/ou História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena; Diversidade sexual; Pessoas em Situação de Vulnerabilidade Social e/ou Econômica Autoria: Martha Julia Martins de Souza Fonte: Gênero e Educação Disponível em: https://generoeeducacao.org.br/mude-sua-escola-tipo/materiais-educativos/plano-de-aula/clube-de-leitura-jovem-adulto/ Tema da aula: A melhor fonte de energia Temática relacionada aos Direitos Humanos: Educação Socioambiental e/ou Sustentabilidade Autoria: Marina Rezende Lisboa Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/multianos/multicomponentes/a-melhor-fonte-de-energia/6532 Tema da aula: Análise de textos: leitura e comparação de notícias I Temática relacionada aos Direitos Humanos: Educação Socioambiental e/ou Sustentabilidade Autoria: Nathália Gasparini Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/8ano/ingles/analise-de-textos-leitura-e-comparacao-de-noticias-i/2871 Tema da aula: DIMENSÃO INTERCULTURAL - Visita a um museu virtual Temática relacionada aos Direitos Humanos: Relações Étnico-Raciais e/ou História/Cultura Afro-Brasileira e Indígena Autoria: Juliana Neves Fonte: Nova Escola Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/8ano/ingles/dimensao-intercultural-visita-a-um-museu-virtual/2845
- Jogos Geografia | DiversIFFica
Jogos Educativos Identificação: Geografizando a Paisagem Autoria: Karen Monaliza Lemos Ferreira, Patricia Marques Sampaio eYara Neuma De Souza Alves Fonte: VI Congresso Nacional de Educação Disponível em: http://www.leg.uefs.br/arquivos/File/materiais/ARTIGOS_jogos_analogicos_digitais/Karen_Monaliza_Lemos_Ferreira_Patricia_Marques_Sampaio_Yara_Neuma_De_Souza_Alves_2019_Geografizando_a_paisagem_o_uso_de_jogos_didaticos_como_forma_de_inclusao_no_ensino_de_geografia.pdf
- Jogos Espanhol | DiversIFFica
Jogos Educativos Identificação: Enredados Fonte: United Nations Office on Drugs and Crime Disponível em: https://www.unodc.org/e4j/en/secondary/non-electronic-games/enredados.html
- Textos e artigos Matemática | DiversIFFica
Textos e Artigos Direitos Humanos e Educação: O professor de matemática como agente sociocultural e político Autoria: Ligyanne Batista Vieira e Geraldo Eustáquio Moreira Fonte: Revista da Sociedade Brasileira de Educação Matemática Ano: 2018 Resumo: Este texto propõe a incorporação de temas relativos aos Direitos Humanos nas aulas de matemática. A pesquisa busca promover reflexões de situações sociais relacionadas a esses direitos e, ao mesmo tempo, associá-las a uma atividade matemática.Além disso, procura desenvolver processos formativos para professores de escolas públicas e licenciandos em matemática. Com enfoque nas perspectivas histórico-crítica e matemática crítica, caracterizando-se como uma pesquisa-ação. Como resultado parcial, a partir da implementação de atividades matemáticas com temáticas sociais,no curso de matemática de uma universidade de Goiânia, percebe-sea necessidade da ressignificação do papel do professor e de suas práticas que nem sempre estãovoltadas para a formação global ecrítica doestudante. Ademais, verifica-se a importância da consciência crítica sobre a atuação docente e das potencialidades que a matemática tem em poder contextualizar e transformar o ambiente escolar. Jogos educativos africanos da família mancala: um caminho para ensinar e aprender matemática Autoria: Gláucia Bomfim Barbosa Barreto e Ana Maria Teixeira de Freitas Fonte: Laplage em Revista Ano: 2016 Resumo: O texto tem como objetivo discutir a importância da utilização dos jogos educativos africanos da família Mancala como relevante recurso pedagógico para o ensino e aprendizagem da matemática. Mediante uma detalhada revisão da literatura sobre o tema apresentamos uma análise sobre a utilização desses jogos destacando diferentes experiências, na perspectiva de refletir sobre a utilização de metodologias de ensino de Matemática que possam otimizar os processos de aprendizagem dessa disciplina através de estratégias que articulem o raciocínio matemático e a dimensão lúdica, dinâmica e interativa do aprender. Consideramos, igualmente, as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais ao indicarem que as atividades com jogos podem representar um importante recurso pedagógico estimulando, também, uma mudança da postura do professor quanto ao ensinar matemática. Indagando a “História única” no ensino de frações por meio do olho de Hórus, um Deus do Kemet Autoria: Getulio Rocha Silva e Luiz Marcio Santos Farias Fonte: ODEERE Ano: 2021 Resumo: Este texto visa questionar as construções racistas que fundamentaram discursos sobre a irracionalidade de não europeus. Apontamos alguns posicionamentos de filósofos que corroboraram para a construção do racismo científico. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica. O objetivo foi, por meio de propostas decoloniais, mostrar que africanos inventaram o objeto matemático fração, bem como sua notação atual. Os mais antigos registros históricos sobre esse objeto são os antigos papiros keméticos, sendo o Papiro de Ahmes, o mais importante deles. Mostramos exemplos da forma hierática de representar frações e recorremos ao Mito Hórus, deus kemético para mostrar que frações estavam relacionadas ao cotidiano da civilização egípcia antiga. Territórios da casa, matemática e relações de gênero na EJA Autoria: Maria Celeste Reis Fernandes de Souza e Maria da Conceição Ferreira Reis Fonseca Fonte: Cadernos de Pesquisa Ano: 2013 Resumo: Neste artigo analisamos, em práticas de cuidado, controle e organização da casa, os modos pelos quais relações de gênero conformam práticas matemáticas. O material empírico foi produzido em uma associação de catadores de materiais recicláveis e se compõe de gravação de aulas e oficinas pedagógicas, registros de episódios e entrevistas. O referencial teórico e metodológico dialoga com estudos de gênero, investigações de práticas de numeramento e estudos de Michel Foucault relativos ao discurso. A atenção que legamos às práticas matemáticas neste estudo é motivada pela fertilidade das situações que as envolvem nas atividades domésticas e no contexto escolar, naturalizando e institucionalizando, sob a égide de uma racionalidade de matriz cartesiana, diferenciações e desigualdades de gênero. Mulheres, matemática e a proposta curricular das "escolas de primeiras letras": uma perspectiva da ética discursiva habermasiana Autoria: Deise Aparecida Peralta Fonte: Ciência & Educação Ano: 2022 Resumo: Neste texto apresento a Ética Discursiva de Jürgen Habermas com potencial diagnóstico de discursos políticos que expressam relações e questões de gênero. Para tanto, em termos estruturais, após uma breve introdução que justifica a adequação de Habermas ao debate feminista, segue uma explicitação do seu projeto filosófico, e uma seção que versa sobre uma condição histórica das mulheres no Brasil que, evidenciando exclusão da comunidade linguística, ilustra a não titularidade de direitos a um mundo da vida e compartilhamentos intersubjetivos em espaços de esfera pública. E, finalmente, a partir de levantamento em arquivos do Senado Federal, que narram o episódio de promulgação da Lei das "escolas de primeiras letras", discuto o ideário androcêntrico vigente nos debates do parlamento sobre currículos de matemática para meninos e meninas, bem como lanço visibilidade sobre a ética empregada nos discursos que, subjugando mulheres, determinava e delimitava o aprender e ensinar matemática no século XIX. ABORDAGEM ETNOMATEMÁTICA PARA TRANSFORMAÇÕES GEOMÉTRICAS A PARTIR DA TECELAGEM AFRICANA Autoria: Thaciane Jähring Schunk e Lauro Chagas e Sá Fonte: Boletim Cearense de Educação e História da Matemática Ano: 2018 Resumo: O Programa Etnomatemática de D’Ambrósio é um programa de apoio pedagógico que valoriza as culturas de determinada sociedade e seus conhecimentos adquiridos ao longo de sua existência. Além disso, podemos verificar que tal programa está intimamente relacionado à lei nº 10.639/2003, a qual estabelece que todas as unidades de ensino básico devem inserir a história e a cultura africana e afro-brasileira no currículo escolar, em consonância com o resgate dos valores da diversidade étnico-racial brasileira. Nesse sentido, esta pesquisa apresenta e discute uma oficina ocorrida na I Semana da Consciência Negra e Indígena do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), campus Viana, sobre transformações geométricas em estamparias africanas, no segundo semestre de 2017, com estudantes do primeiro e segundo ano do Curso Técnico em Logística Integrado ao Ensino Médio. O objetivo principal da oficina era analisar as estamparias africanas para reconhecer as transformações geométricas presentes nos tecidos, além de realizar transformações por meio dos símbolos africanos para aflorar as habilidades de construções desses modelos. Para isso, passamos por três etapas: discussão sobre a importância das estamparias e símbolos na cultura africana – identificando as transformações geométricas nas estamparias – e exploração das transformações geométricas por meio dos símbolos africanos. O nosso método de análise da oficina foi constituído de questionário diagnóstico realizado antes e depois da proposta didática. Por meio desses questionários observamos que a oficina contribuiu positivamente para o conhecimento dos alunos sobre a relação entre a estamparia africana e a matemática. Esta proposta de ensino baseado no Programa Etnomatemática e na lei nº 10.639/2003valoriza a cultura africana e pode incentivar outros profissionais da educação a realizar metodologias que evidencie essa lei. Perspectivas antirracistas no Ensino de Ciências e Matemática: Uma análise da Base Comum Curricular de Esteio/RS Autoria: Michele Assis de Oliveira e Marilisa Bialvo Hoffmann Fonte: Revista Insignare Scientia - RIS Ano: 2021 Resumo: Uma educação antirracista envolve a relação e o convívio entre pessoas e estrutura social. Este convívio é ampliado no ambiente escolar, pois é neste espaço que crianças e jovens estabelecem novas relações sociais com pessoas de diferentes etnias, gêneros e identidades. Tais relações acabam por influenciar diretamente a construção da autoimagem de cada indivíduo. Assim, a educação antirracista é aquela que atua de modo a permitir que todos tenham sua identidade e história acolhida no espaço escolar. Para além do processo de ensino conteudista, um dos principais desafios éticos do ensino dos componentes curriculares nas escolas é a garantia do reconhecimento e valorização da pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro. A presente pesquisa, por meio de análise documental, examina a Base Municipal Comum Curricular do Ensino Fundamental do município de Esteio (RS), homologada no ano de 2017, sob a perspectiva antirracista, verificando se a temática da diversidade étnico-racial está presente nas diretrizes deste documento e, ainda, se há orientações para sua abordagem em sala de aula. Com a análise, constatou-se que a temática racial ainda não conquistou um espaço de destaque na prática pedagógica e que existem lacunas visíveis nas orientações do documento. Movimento de Decolonialidade de Gênero nas Aulas de Matemática: o trabalho com Tecnologias Digitais (TD) Autoria: Maurício Rosa e Bruna Sachet Fonte: Bolema: Boletim de Educação Matemática Ano: 2021 Resumo: Investigamos de que modo problematizações podem emergir de uma prática pedagógica decolonial que utiliza memes misóginos e a reflexão matemática sobre questões de gênero, com recursos digitais, em uma aula de matemática do 1° ano do Ensino Médio. Partimos da concepção de gênero como uma forma de colonialidade. Nessa perspectiva, vamos ao encontro da decolonialidade que atua para desestabilizar a ideia colonial, percebendo a concepção de gênero pela necessidade de se questionar os padrões eurocêntricos. Assim, nesse estudo, o grupo de participantes resolveu atividades com memes e com Google Trends, discutindo aspectos relativos à concepção de gênero, principalmente, pela matemática. Buscamos, sob uma abordagem qualitativa, investigar por meio da matemática com Tecnologias Digitais (TD) uma prática que venha problematizar a concepção de gênero, promovendo a consciência de valores e dos direitos humanos. Nesse artigo, apresentamos um recorte da prática, a qual foi protagonizada por um grupo de estudantes. A problematização começou a ser constatada em um primeiro momento de atividades, pois a imagem que um aluno tinha da mulher continha traços da colonialidade, ou seja, traços de inferiorização, subalternização e invisibilidade da mulher. Mas, no decorrer da pesquisa, esse mesmo aluno demonstrou resistência à colonialidade, questionando, problematizando os padrões de beleza e comportamento feminino impostos pela sociedade. Por meio das práticas de propor um ambiente de discussão com memes e análise crítica dos gráficos gerados pelo Google Trends, as problematizações da concepção de gênero foram efetuadas de modo a tornarem-se potencializadas pela matemática com TD. Discursos, Performatividade e Questões de Gênero na Formação de Sujeitos Envolvidos com a Aprendizagem Matemática Autoria: Lucas Alves Lima Barbosa Fonte: Revista DISSOL- Discurso, Sociedade e Linguagem Ano: 2015 Resumo: O questionamento central das discussões aqui realizadas é: “Existem relações entre as concepções de gênero, a linguística e o ensino da matemática?”. De fato, não é incomum depararmo-nos com afirmações do tipo "meninos têm mais facilidade para aprender matemática do que meninas" ou "a mulher é muito emotiva e pouco racional", dentre outras, que podem trazer implicações para o ensino da matemática a partir do momento em que encaramos tais enunciações sob a luz alguns conceitos trabalhados na área da linguística. Partindo-se de certos pressupostos relacionados com a noção de que somos seres onde discursos se estanciam e ganham vida, os enunciados citados anteriormente, uma vez transpostos para a sala de aula, podem alimentar a reafirmação de desigualdades já materializadas no âmbito social. Pretende-se, nesse sentido, definir a diferenciação entre homens, mulheres e matemática como não natural, e sim construída, com o valioso auxílio da linguagem e de tudo aquilo que ela abarca consigo. ALUNOS SURDOS E PROCESSOS EDUCATIVOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: PROBLEMATIZANDO EXCLUSÃO/ INCLUSÃO Autoria: Ieda Maria Giongo, Fabiana Picoli e Maria Isabel Lopes Fonte: Nuances: Estudos sobre Educação Ano: 2018 Resumo: O presente trabalho tem por objetivo problematizar a educação matemática de alunos surdos incluídos em classes de ensino regular e que frequentavam, em turno inverso, a Sala de Recursos. Os aportes teóricos que sustentam a investigação são relativos ao pensamento de Michel Foucault e à educação de surdos em seus entrecruzamentos com o campo da etnomatemática, tendo como participantes quatro alunos surdos. O material de pesquisa gerado está composto por anotações em diário de campo da pesquisadora, excertos de filmagens de atividades e material escrito produzido pelos participantes. A análise do material aponta que, se, por um lado, os alunos utilizavam a calculadora cotidianamente na sala de aula regular; por outro, na Sala de Recursos, não demonstravam reconhecer as funções e operacionalidade desse artefato. Ademais, eles explicitaram, quando confrontados com situações-problema, estratégias distintas daquelas usualmente exploradas em sala de aula.